E o que me fascina é o veneno, a doença das palavras. É a desmaterialização do invicto!

sábado, 14 de maio de 2011

Pressão cotidiana

Existe algo que sufoca, algo que parece mais uma impressão, não é profunda e também não é vaga. Mais uma situação de algo passado, algo que deixou fortes marcas, mas ainda sim, elas são reais. Bom, estou hoje como se fosse uma formiga perto de um elefante, ou mais o cérebro de uma formiga dentro da cabeça de um elefante, aquela sensação de perdição, esquecimento, um vazio existencialista totalmente divago. E me lembro de um sonho: era um leão dentro de um copo de vidro, o leão sentia-se sozinho no mundo, mas ele mesmo criou esse seu mundo, me entende? É meio assim. Mas sem mais... o elefante achou que era de papel e se rasgou todinho, a formiga foi para a lua e o leão morreu de câncer!

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