E o que me fascina é o veneno, a doença das palavras. É a desmaterialização do invicto!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

fim do ensaio

Há quem diga que o ovo filosófico esta quebrado, que Nietzsche precisava de sofrimento e doença para pensar e que o fogo sagrado está extinto. Há quem pense que o sonho acabou, mas o sonho só acaba pra quem desiste. Há também os que querem proibir o pensamento e que usam a flor-da-vida para matar. Há os que seguem perspectivas, e estes são os que travam a evolução.
O mundo precisa de pessoas que façam dos seus sonhos caminhos, e desistam de trilhar os que já foram percorridos. A banalidade domina, as pessoas estão com as mentes voltadas para o carnal e a superficialidade é agora decreto.
Acho que se Budha vivesse nesses tempos, -que os deuses o protejam- ele estaria louco. E que o Senhor me perdoe mas Roterdam escreveu a bíblia. O meu EU hoje sofre de panico e o mal do século não é mais mal.
Deus, eu peço que não salve a rainha, e que acabe a ditadura de expressão. Morrer de fome hoje virou moda, a desgraça agora dá lucro e o mundo sofre senil. Rogo que o sol se apague, e que Ades proteja Freud, porque ele estava certo. E enfim, o Omega não é mais o fim!

terça-feira, 17 de julho de 2012

meia hora e meia

três gramas de ócio, uma pitada de sal, 1kg de desentendimento e por ai vai. minha cabeça ta coçando e minha revista chegou, agora por hora perdi a vontade de ler. o frio e a chuva servem pra aumentar aquela sensação bucólica divina maravilhosa. nesses momentos existem duas saídas, ou apela pros filmes ou vai curtir o frio na cara. meu café esfriou esquecido na mesa e já não tenho mais [in] pulso pra isso aqui!