E o que me fascina é o veneno, a doença das palavras. É a desmaterialização do invicto!

terça-feira, 27 de março de 2012

Panis

Salve a democracia mental, minha cabeça livre de pesos. Acho que nessa vida sou um pouco índio, hippie, cidadão do mundo, louco, padre, irmão e mecânico. Mecânico da vida, que conserta o vazio profundo de um sentimentalismo abstrato e translucido. Se me mira me acerta no peito, me mira ira mas me erra no escuro, bem vinda seja, morte que cai bem. Os olhos coloridos da vida de uma tarde que traz felicidade para as pessoas normais, não, não me mente mais, sou bota usada, alma velha, espirito cansado só esperando o vazio que cobre o que foi deixado para trás! Preciso de algo que desperte tudo o que está adormecido, como acordar e olhar o sol nascer, sentir a energia do mundo correndo nas veias, sentir a pulsação da luz dentro da cabeça e pensar que até hoje quase nada foi em vão. Se a realidade existe ou não, é questão de opinião e pra mim não existe resposta que sane a vontade de saber. [In]pulso onírico, panis et circencis, cafeina e ilusão.