E o que me fascina é o veneno, a doença das palavras. É a desmaterialização do invicto!

terça-feira, 27 de novembro de 2012

nota


Mais de 80% das pessoas hoje em dia não se sentem bem, mas como a felicidade hoje virou ditadura, as pessoas fingem e realmente acreditam na própria mentira, de que elas são felizes e de que as coisas vão tudo bem. Todos depressivos que enganam a si mesmos. Porque a depressão não é querer se matar, é se sentir vazio, o que parte dai é somente consequência da consciência do indivíduo.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

fim do ensaio

Há quem diga que o ovo filosófico esta quebrado, que Nietzsche precisava de sofrimento e doença para pensar e que o fogo sagrado está extinto. Há quem pense que o sonho acabou, mas o sonho só acaba pra quem desiste. Há também os que querem proibir o pensamento e que usam a flor-da-vida para matar. Há os que seguem perspectivas, e estes são os que travam a evolução.
O mundo precisa de pessoas que façam dos seus sonhos caminhos, e desistam de trilhar os que já foram percorridos. A banalidade domina, as pessoas estão com as mentes voltadas para o carnal e a superficialidade é agora decreto.
Acho que se Budha vivesse nesses tempos, -que os deuses o protejam- ele estaria louco. E que o Senhor me perdoe mas Roterdam escreveu a bíblia. O meu EU hoje sofre de panico e o mal do século não é mais mal.
Deus, eu peço que não salve a rainha, e que acabe a ditadura de expressão. Morrer de fome hoje virou moda, a desgraça agora dá lucro e o mundo sofre senil. Rogo que o sol se apague, e que Ades proteja Freud, porque ele estava certo. E enfim, o Omega não é mais o fim!

terça-feira, 17 de julho de 2012

meia hora e meia

três gramas de ócio, uma pitada de sal, 1kg de desentendimento e por ai vai. minha cabeça ta coçando e minha revista chegou, agora por hora perdi a vontade de ler. o frio e a chuva servem pra aumentar aquela sensação bucólica divina maravilhosa. nesses momentos existem duas saídas, ou apela pros filmes ou vai curtir o frio na cara. meu café esfriou esquecido na mesa e já não tenho mais [in] pulso pra isso aqui!

terça-feira, 27 de março de 2012

Panis

Salve a democracia mental, minha cabeça livre de pesos. Acho que nessa vida sou um pouco índio, hippie, cidadão do mundo, louco, padre, irmão e mecânico. Mecânico da vida, que conserta o vazio profundo de um sentimentalismo abstrato e translucido. Se me mira me acerta no peito, me mira ira mas me erra no escuro, bem vinda seja, morte que cai bem. Os olhos coloridos da vida de uma tarde que traz felicidade para as pessoas normais, não, não me mente mais, sou bota usada, alma velha, espirito cansado só esperando o vazio que cobre o que foi deixado para trás! Preciso de algo que desperte tudo o que está adormecido, como acordar e olhar o sol nascer, sentir a energia do mundo correndo nas veias, sentir a pulsação da luz dentro da cabeça e pensar que até hoje quase nada foi em vão. Se a realidade existe ou não, é questão de opinião e pra mim não existe resposta que sane a vontade de saber. [In]pulso onírico, panis et circencis, cafeina e ilusão.