E o que me fascina é o veneno, a doença das palavras. É a desmaterialização do invicto!
domingo, 10 de março de 2013
só
na carne se sente o impulso da alma, o ardor da dor e o sufocamento da bondade. calor ímpio! amor! mas talvez menos que isso, bem menos! não chega a se ajustar em desejo e vontade, mas se achega em compreensão ou denotação. a verdade que carrego é a liberdade, e aquele velho sentimento de piedade, que tão só enfraquece e morre. sozinho. sem lar, sem ar, ou qualquer limitação. beirando ao onipotente ou chafurdando, tanto faz! sozinho, como nascer ou morrer, e ninguém saber que estamos aqui!
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