E o que me fascina é o veneno, a doença das palavras. É a desmaterialização do invicto!
terça-feira, 26 de julho de 2011
Para você e para mim!
Eu por anos me equilibro, tento me manter neutro, não sentir nada. Sabe como é? Ai vem você, como uma ventania, como uma batida de tambor no silencio de uma meditação, vem você... E derruba tudo e ainda brinca com isso, acha que tem o direito de desestabilizar o castelo de folhas de papel construído milimetricamente. A minha frieza com o seu calor, gelo e fogo mais precisamente. Uma loucura que une dois extremos, literal e sugestivamente extremos que se encaixam. Maldito sentimentalismo humanoide!
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