E o que me fascina é o veneno, a doença das palavras. É a desmaterialização do invicto!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Anaforismo do tempo
Andar pela rua e se sentir vazio, quase um nada, quando nem o cheiro ruim mais te incomoda. Andando e andando e de repente tu para e olha para dentro de uma livraria ou café e nem isso te faz se sentir diferente, ai tu vê o sinal que precisava para despertar-se dentro de ti, consciência! E eis o que precisa para mudar de endereço, corpo! Novo planeta e vida! Nada te importa, nada te machuca e respira livre, eis que abre as asas e levanta voo, eternamente só, dentro de uma caixa ou algo assim.
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